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domingo, 28 de agosto de 2016

TRILOGIA: FILHOS DO ÉDEN

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"Da morte vem a vida; do sacrifício, a vitória."

Sinopse: Herdeiros de Atlântida: Há uma guerra no céu. O confronto civil entre o arcanjo Miguel e as tropas revolucionárias de seu irmão Gabriel, devasta as sete camadas do paraíso. Com as legiões divididas, as fortalezas sitiadas, os generais estabeleceram um armistício na terra, uma trégua frágil e delicada, que pode desmoronar a qualquer instante. Enquanto os querubins se enfrentam num embate de sangue e espadas, dois anjos são enviados ao mundo físico com a tarefa de resgatar Kaira, uma capitã dos exércitos rebeldes, desaparecida enquanto investigava uma suposta violação do tratado. A missão revelará as tramas de uma conspiração milenar, um plano que, se concluído, reverterá o equilíbrio de forças no céu e ameaçará toda a vida humana na terra. Ao lado de Danyel, um ex-espião em busca de anistia, os celestiais partirão em uma jornada através de cidades, selvas e mares, enfrentando demônios e deuses, numa trilha que os levará às ruínas da maior nação terrena anterior ao dilúvio - o reino perdido de Atlântida.


Anjos da Morte: Desde eras longínquas, os Malakins, anjos estudiosos e sábios, observam em silêncio o progresso do homem. Mas eis que chega o século XX, e com ele as armas modernas, a poluição das indústrias, afastando os mortais da natureza divina, alargando as fronteiras entre o nosso mundo e as sete camadas do céu. Isolados no paraíso, incapazes agora de enxergar o planeta, esses anjos solicitaram a ajuda dos "exilados", celestiais pacíficos, que havia anos atuavam na terra. Sua tarefa, a partir de então, seria participar das guerras humanas, de todas as guerras, para anotar as façanhas militares, os movimentos de tropas, e depois relatá-los a seus superiores alados. Sob o disfarce de soldados comuns, esse grupo esteve presente desde as praias da Normandia aos campos de extermínio nazistas, das selvas da Indochina ao declínio da União Soviética. Embora muitos não desejassem matar, foi isso o que lhes foi ordenado, e o que infelizmente acabaram fazendo.

Paraíso Perdido: No princípio, Deus criou a luz, as galáxias e os seres vivos, partindo em seguida para o eterno descanso. Os arcanjos tomaram o controle do céu, e os sentinelas, um coro inferior de alados, assumiram a província da terra. Relegados ao paraíso, ordenados a servir, não a governar, os arcanjos invejaram a espécie humana, então Lúcifer, a Estrela da Manhã, convenceu seu irmão - Miguel, o Príncipe dos Anjos - a destruir cada homem e cada mulher no planeta. Os sentinelas se opuseram a eles, foram perseguidos, e seu líder, Metatron, arrastado à prisão, para de lá finalmente escapar, agora que o Apocalipse se anuncia. Dos calabouços celestes surgiu o boato de que, enlouquecido, ele traçara um plano secreto, descobrindo um jeito de retomar seu santuário perdido, tornando-se o único e soberano deus sobre o mundo.
Antes da grande batalha do Armagedon, antes que o sétimo dia encontre seu fim, dois antigos aliados, Lúcifer e Miguel, atuais adversários, se deparam com uma nova ameaça - uma que já consideravam vencida: a perpétua luta entre o sagrado e o profano, entre os arcanjos e os sentinelas, que novamente, e pela última vez, se baterão pelo domínio da terra, agora e para sempre.

"Anjos e homens são iguais em muitos aspectos e completamente diferente em outros. Todos os seres vivos - e até alguns objetos têm seu reflexo no mundo espiritual. A esse reflexo, chamamos de espírito. A fonte vital que alimenta o espírito, no entanto, difere de caso para caso. Os mortais são movidos pela força da alma, o Sopro de Deus, um presente divino que encerra a maior dádiva terrestre: o livre-arbítrio. Já os celestes são regidos pelos instintos da casta, cada qual com sua função, como insetos em uma colônia."


Eu como fã de A batalha do Apocalipse sou suspeita pra falar de Filhos do Éden!! 
O primeiro livro que li foi A batalha do Apocalipse e fiquei fascinada, e assim que o primeiro volume de Filhos do Éden foi lançado logo fui atrás. 
O primeiro volume como em toda trilogia nos apresenta o ambiente e os personagens de uma forma bem mais leve e divertida, o bacana é que muitas questões que são encontradas em A batalha do Apocalipse são respondidas ao longo da leitura da trilogia de Filhos do Éden principalmente no primeiro volume, nada fica sem resposta. 
O segundo livro Anjos da Morte me preocupou um pouco devido ao tema que é abordado e o tamanho do livro mas me surpreendeu muito e se tornou o meu favorito, além de conhecer melhor a personalidade de Danyel o autor coloca vários acontecimentos históricos de uma forma muito dinâmica e tranquila para o leitor, apesar do tamanho é uma leitura muita divertida. Danyel se tornou um dos meus personagens preferidos.
O terceiro volume Paraíso Perdido é dividido em 3 partes e a primeira parte temos o trio Urakin, Danyel e Kaira aprontando em Asgard, sem dúvida essa parte do livro é de tirar o folego mas ao mesmo tempo um pouco cansativa, eu não sou nenhuma conhecedora da mitologia nórdica e os nomes citados me incomodaram muito. Mas um dos pontos altos do livro é a parte em que vemos o início da história de Ablon o herói de A batalha do Apocalipse, onde o leitor consegue entender melhor a personalidade do anjo e os motivos que o levaram a se tornar um anjo renegado, eu gostei muito da forma que o livro foi encerrado dando um gancho para A batalha do Apocalipse.
A trilogia é sensacional os três livros são distintos entre si mas que se ligam de uma forma, a narrativa é bem fluida e leve com capítulos curtos dando mais rapidez a leitura e, a escrita do autor está mais firme e não tão rebuscada como em A batalha do Apocalipse, as cenas de ação não são tão épicas mas são tão incríveis o quanto. A forma como o autor abordou as mitologias e as divindades fazendo com que elas se interligassem dando muito mais sentido as histórias. 
É literatura nacional de primeira e Eduardo Spohr merece todo o reconhecimento, ele usa muitas referências não só de outros autores como Tolkien mas também jogos de RPG, Cavaleiros do Zodíaco, a própria Bíblia e outros, eu com certeza recomendo muito essa trilogia que pode ser lida antes ou até mesmo depois de A batalha do Apocalipse um não interfere no outro e além disso os livros acompanham uma nota histórica, uma lista com as castas do anjos e as camadas celetes. Leia que vale a pena é diversão garantida.
É isso, se você gostou deixe um comentário ou compartilhe e até mais.

"-(...) O que não falta na terra são seres humanos perversos, e todos eles são potenciais raptores. Não se engane quanto ao altruísmo da humanidade. Lúcifer recebe toneladas de almas corrompidas a cada dia." 

"(...) Os anjos também têm sentimentos, o que não é exclusivo da raça mortal. Prova disso eram os próprios arcanjos, como Miguel, que por ciúmes decidira aniquilar a humanidade, lançando à terra fabulosas catástrofes. Lúcifer também não era muito diferente - queria ascender acima de Deus e por sua ambição fora relegado ao inferno. A cronologia do universo está repleta dessas figuras passionais, inclusive daquelas que, como Gabriel, se arrependeram e decidiram lutar em prol dos terrestres."







LIVROS LIDOS

Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida
Eduardo Spohr
Editora: Verus
Ano: 2012/Páginas: 471

Filhos do Éden - Anjos da Morte
Eduardo Spohr
Editora: Verus
Ano: 2013/Páginas: 586

Filhos do Éden - Paraíso Perdido
Eduardo Spohr
Editora: Verus
Ano: 2015/Páginas: 560


LEIA TAMBÉM:

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A Batalha do Apocalipse: da queda dos anjos ao crepúsculo do mundo
Eduardo Spohr
Editora: Verus
Ano: 2010/Páginas: 586

segunda-feira, 4 de julho de 2016

TRILOGIA: AS CRÔNICAS DE ARTUR


"Não se ganha a guerra da parede de escudos sendo sensato e moderado, e sim com um jorro divino de loucura uivante."


Sinopse: O Rei do Inverno - Artur, na verdade, nunca foi rei.

Era, sim, o filho bastardo do rei Uther, que se transformou no principal líder militar britânico no século V. Após a saída dos romanos da ilha, a Britânia viveu um período conturbado, durante o qual seus habitantes lutavam pela posse da terra de seus ancestrais contra os invasores saxões. Uma época, também, em que os velhos deuses tribais dos druidas resistem ao domínio dos cristãos e procuravam recuperar o prestígio e o poder perdidos durante a ocupação romana.
Numa terra dividida entre  diferentes senhores feudais e seus respectivos interesses e ameaçada pela invasão dos bárbaros, Artur emerge como um guerreiro corajoso e poderoso capaz de inspirar lealdade e unir o país. Uma personalidade complexa, impelida pela honra, dever e paixão, que nos é apresentada de maneira jamais vista antes.

O Inimigo de Deus - Artur saiu vencedor da sangrenta batalha no vale do Lugg e conseguiu seu objetivo: unificar os reinos da Britânia sob um juramento de fidelidade ao jovem rei Mordred. Chegou, então, a hora de um confronto definitivo contra os saxões, para expulsá-los de uma vez das terras britânicas e alcançar uma era de paz e prosperidade.
Mas um grande conflito pode atrapalhar seus planos: a luta entre os antigos deuses e os cristãos. Para Artur, não importa se a nova religião vencer, desde que isso não atrapalhe seus objetivos. Um homem, porém, jamais se esquecerá da antiga fé: Merlin. Se ele conseguir reunir os treze objetos sagrados da Britânia, espalhados quando os romanos devastaram Ynys Mon, a ilha abençoada, os deuses serão restaurados, os saxões lançados ao mar e o cristianismo será apagado até o último vestígio. O mais poderoso desses objetos é um caldeirão mágico. Para recuperá-lo, Merlin deverá partir em uma jornada que o levará a lugares perigosos e desconhecidos. Nessa viagem, contará com o auxílio de sua magia e da espada de Lorde Derfel, um dos mais poderosos guerreiros de Artur, que segue com ele rumo aos confins da terra em busca do tesouro. O caos, porém, toma conta de toda a Britânia. E onde menos espera, Artur recebe golpes duríssimos, que põem em risco sua vida, família e todos os planos para o reino.

Excalïbur - Neste último episódio, a Britânia está mergulhada em trevas profundas. O rei Mordred governa com mão de ferro, e Artur, separado de Guinevere após ser traído por ela, vê seus sonhos de paz desmoronarem. Em sua eterna luta para unir todo o reino, Artur enfrenta inimigos poderosos e inesperados: os antigos deuses britânicos que poderão ser combatidos apenas com a conversão de Artur ao cristianismo. Um conflito que tem seu clímax na batalha do Mynyd Baddon, um combate memorável que originou as lendas em torno de Artur que chegaram até os nossos dias.

"Aprendi que um rei só é tão bom quanto o 
homem mais pobre sob o seu governo."

Bernard Cornwell é realmente surpreendente, é aquele tipo de autor que ou você ama ou odeia é 8 ou 80. Depois de ter lido a trilogia "A busca do Graal" o que não foi umas das melhores leituras da minha vida, fiquei com um pé atrás ao ler As crônicas de Artur mas aí resolvi dar mais uma chance e encarar e, UAU.
Todo mundo conhece a história do Rei Artur e seus cavaleiros, mas aqui temos um Artur bem diferente o autor criou essa história com base em documentos arqueológicos encontrados recentemente e que explicam a lenda que gira em torno de Artur. A trilogia está longe de ser um romance ou uma fantasia esse é aquele tipo de literatura pra macho.
O livro começa um pouco devagar e arrastada mas depois das primeiras 100 páginas da uma guinada e a leitura fica mais fluida e rápida conforme alguns personagens vão aparecendo, dos três volumes o que mais gostei foi do segundo O Inimigo de Deus onde acontecem várias reviravoltas tão frenéticas que eu não conseguia largar e quando chegou ao fim eu quis ler de novo, e é onde os personagens se mostram de verdade alguns que você odeia no começo vai passar a gostar e outros que gostava vai passar a odiar. O terceiro volume da uma caída no ritmo porém é um livro um pouco mais tenso.
As descrições das batalhas são impressionantes e de tirar o folego, os personagens são super cativantes principalmente o Derfel que é o narrador da história eu me apaixonei por ele, ele é corajoso, sarcástico e tão carismático que consegue influenciar o leitor fazendo com que sinta ódio das pessoas que ele odeia e ame as pessoas que ele ama e isso é muito legal. Merlin é sensacional e as discussões dele com Derfel são muito divertidas, Guinevere também é uma personagem bem carismática assim como Artur apesar de algumas chatices dele. É incrível como o autor consegue fazer o leitor se apaixonar pelos personagens e ao mesmo tempo odia-los assim como Lancelot que nojo. Os costumes da época são muito interessantes, era um povo sujo, não tomavam banho, tinham piolhos, dentes podres, superstição com tudo e ninguém era bonito.
Uma coisa que chama bastante a atenção é o conflito e a intolerância religiosa entre o druidismo e o cristianismo que na época queria devastar tudo, e como isso afetava e de que forma afetava a vida das pessoas, o autor não poupa as criticas sobre isso e trás muitas reflexões, até porque a magia nos livros tem uma explicação lógica e racional o que no início parecem ser meros truques mas depois a coisa vai ficando bem mais séria.
Essa trilogia é simplesmente sensacional aqui o autor não te da meio termo, ou você ama ou odeia e Bernard Cornwell merece meu crédito. Os livros são incríveis não só na história mas também nas edições com essas capas belíssimas e recomendo fortemente que leia. Sensacional.
Vou deixar aqui a indicação de dois filmes e um seriado que eu gosto para quem tiver interesse em ver. 
É isso se você gostou deixe um comentário ou compartilhe e até mais!!

"...o homem deve amar a paz, mas se não puder lutar de todo 
coração nunca terá a paz."


FILMES

1995                            2004
2011




LIVROS LIDOS

Trilogia As Crônicas de Artur

O Rei do Inverno - Volume I
Autor: Bernardo Cornwell
Editora: Record
Ano:2015/Páginas:546

O Inimigo de Deus - Volume 2
Autor: Bernardo Cornwell
Editora: Record
Ano: 2015/Páginas: 518

Excalïbur - Volume 3
Autor: Bernardo Cornwell
Editora: Record
Ano: 2015/Páginas: 532

terça-feira, 31 de maio de 2016

DRÁCULA

Drácula

"Os mortos viajam depressa" 

Tudo começa quando Jonathan um advogado viaja para a Transilvânia para conhecer o Conde Drácula que quer comprar uma casa na Inglaterra, e ao longo dessa longa viajem Jonathan faz várias paradas em alguns vilarejos e quando ele conta pra onde está indo as pessoas ficam assustadas e tentam convence-lo de não ir e uma mulher até chega a dar um crucifixo pra ele. 
O caminho é todo estranho e quando ele finalmente chega no castelo é um lugar extremamente sombrio e assustador, ele bate a porta e quem o recebe é o próprio Conde uma figura impossível de se dizer a idade, então Jonathan começa a mostrar para o Conde algumas opções de propriedades mas o interesse dele é ir para Carfax que fica nas redondezas de Londres, até então era pra ser uma viajem curta mas o Conde acaba enrrolando o Jonathan fazendo com que ele fique um mês, conforme o tempo vai passando ele percebe que se tornou um prisioneiro e descobre que o Conde não é a coisa mais comum quando ele vê o conde descendo as paredes do castelo de cabeça para baixo como se fosse um lagarto, então Jonathan começa a escrever cartas para a noiva Mina que o próprio Conde intercepta e começa a ditar para Jonathan como elas devem ser escritas e ele mesmo as remete.
Enquanto o Jonathan é prisioneiro o Conde então resolve ir para Inglaterra em um navio levando consigo uma quantidade razoável de caixões cheios de terra da Transilvânia, é uma viajem terrível onde todos os tripulantes são mortos, quando ele finalmente chega a Inglaterra várias coisas estranhas começam a acontecer até que ele some da história.
Lucy que é a melhor amiga de Mina é a jovem mais bonita da cidade e noiva de um médico, porém é sonambula. E um dia no meio da noite ela sai de casa e começa a vagar pela cidade e quando Mina acorda percebe que Lucy não está na cama e decide ir atrás, quando Mina encontra a amiga ela a vê sentada em um banco de uma praça e percebe que tem uma figura escura meio indefinida em cima dela, morrendo de medo ela vai até lá e a figura some, Lucy está quase desmaiada e Mina vê que tem dois furos no pescoço de Lucy e a partir dai coisas estranhas começam a acontecer com ela, o noivo sem saber o que está acontecendo não consegue resolver e chama Van Helsing para ajuda-lo. Quando Van Helsing examina a moça já sabe o que aconteceu e começa uma corrida contra o tempo, mas Lucy se torna uma morta-viva e começa a atacar crianças e bebês atrás de sangue e Van Helsing sabe que é Lucy que está fazendo isso e decide que precisa ir até o tumulo da moça e cortar sua cabeça, mas o noivo não deixa até que um dia o noivo a vê fazendo isso e deixa Van Helsing cortar a cabeça dela.
O tempo passa e Jonathan consegue fugir do castelo e se casa com a Mina, eles voltam para a Inglaterra e conhecem Van Helsing que lê o diário de Jonathan e descobre que ele conheceu o Conde Drácula e que ele é a causa de todos os horrores que estão acontecendo na cidade e a partir dai todos decidem se juntar para caçar o Conde Drácula...

"Bem-vindo à minha casa! Entre livremente, e por sua própria vontade!"

O livro tem várias entradas de diários, algumas cartas e artigos de jornais mas é considerado um romance epistolar. Foi a primeira vez que tive contato com um livro de terror e achei que foi bem tranquila a leitura, tem algumas cenas que dão um certo medo como a primeira parte do livro quando o Jonathan está no castelo que é bem desconfortável, mas pra mim as piores partes eram quando o Van Helsing começava a traçar e a descrever o perfil psicológico, sua história e a aparência do Drácula, depois que eu lia eu fechava o livro e começa a pensar naquilo e então eu comecei a ter uma ideia de como é e o que era o Drácula foi muito assustador, me fez dormir uma noite de luz acesa. Toda aquela imagem pré-concebida do vampiro encantador e sensual que eu tinha e achava um máximo, quando eu li esse livro toda a graça se esvaiu. 
Até então Drácula teria sido inspirado em Vlad Tepes que viveu no século 15 e foi príncipe da Valáquia e o seu maior prazer era empalar seus inimigos, mas a lenda do vampiro vem de muitos séculos antes e circulou por vários países. O interessante é ver como o vampiro foi transformado no cinema ao longo dos anos fazendo com que as mulheres suspirassem, mas com esse livro aqui tenho certeza que a única coisa que você não vai querer ver na frente é um vampiro tipo o Drácula, sério ele é horrível e assustador em todos os sentidos inimagináveis.
Por falar em filme eu assisti a adaptação de 1992 do Coppola e gostei bastante ele tem todos os elementos do terror porém só peca pelo excesso no romance que chega a incomodar um pouco. O filme não é 100% fiel ao livro, obvio né mas mesmo assim é muito bom. Só tem atores de peso e vale a pena eu fiquei fascinada. Dica: Quando for assistir esqueça que leu o livro, se não leu melhor. Não assista fazendo comparações com o livro ele é bom do jeito que é pode acreditar. E se puder assista antes de ler o livro. É sério vai por mim. Ok. 
Vou deixar aqui em baixo indicações dos principais filmes sobre o Drácula para quem tiver interesse em assistir inclusive a versão de 1992 e pra aliviar um pouco o terror vou deixar a indicação de uma paródia do Drácula e uma animação que é muito boa, e também um vídeo de uma matéria feita pela Record na Transilvânia contando um pouco da história do Vlad Tepes e mostrando os lugares por onde ele passou e o castelo que serviu de inspiração para o livro, o vídeo é bem bacana vale muito a pena ver. Leiam o livro, que vale muito a pena não é uma história pra dar medo e nem pulos de susto, pra mim valeu muito a experiência de ter lido e pretendo reler de novo futuramente. Eu recomendo muito a leitura principalmente pra quem gosta desse universo terror.
É isso, se você gostou deixe um comentário ou compartilhe e até mais!!

"Bem-vindo à minha casa! 
Entre livremente. 
Siga sem medo e deixe um pouco da felicidade que traz!"


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FILMES


1922                          1931
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1958                            1970
Resultado de imagem para dracula 1995
                                                          1992                        1995
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Série de TV
2013 - 2014
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2012                       2015






LIVRO LIDO

Drácula
Bram Stoker
Editora: LandMark
Ano: 2012/Páginas: 431




domingo, 22 de maio de 2016

RAINHA VITÓRIA


"Eles quiseram me tratar como uma menina, mas vou lhes mostrar que sou a rainha da Inglaterra."


Sinopse: Herdando o trono aos 18 anos em uma época instável e violenta na Grã-Bretanha, Vitória foi uma das mais famosas e controversas soberanas. Mãe de nove filhos, viúva do príncipe Albert, reinou por 64 anos, de 1837 a 1901, o mais longo da história britânica.
Este período foi um marco da industrialização, da expansão econômica e dos avanços que permitiram novos padrões urbanos, como o uso de trens e metrô, a disseminação dos jornais, a invenção da fotografia e um extraordinário desenvolvimento artístico.
Mas a era vitoriana foi também uma época de conservadorismo, da grande fome que matou mais de um milhão de pessoas na Irlanda, das Guerras do Ópio na China e da ocupação britânica no Egito.


É uma biografia muito gostosa de se ler, rápida e fluida com uma linguagem bem fácil e simples. Gostei muito de conhecer a história de uma soberana que eu não conhecia e que deu nome a um período. Vitória era uma mulher de temperamento forte e por vezes arredio mas de uma sinceridade e bondade sem limites, o autor que era um grande admirador da rainha passa por cima dos escândalos e não economiza nos elogios a ela e o quanto ela amava o príncipe Albert quase transformando o livro em um romance. 
Ao longo da leitura se percebe que o autor deixa passar muita coisa mas isso tem um motivo, ao escrever o livro ele queria escrever algo que ele gostaria de ler por isso a biografia é tão simples e curta. Tem uma pitada de sarcasmos porém muito sutil, esse livro está longe de ser uma biografia definitiva e se você pretende fazer um estudo aprofundado sobre a rainha e a era vitoriana esse livro não é recomendado mas é perfeito para quem quer começar a ler biografias.
Eu sou fascinada por biografias principalmente de personalidades históricas e gostei muito de ter lido essa, Vitória sem dúvida nenhuma foi uma grande mulher, teve algumas atitudes dela principalmente no final que eu não gostei muito e não concordo com o que ela fez mas...era outra época né. É um livro que eu recomendo bastante principalmente para os iniciantes no gênero biografia, ele deu origem ao filme A jovem rainha Vitória de 2009 que é lindíssimo e pode  ser encontrado facilmente na internet, no youtube e no Netflix.
É isso, se você gostou deixe um comentário ou compartilhe e até mais!!

                                             Rainha Vitória        Príncipe Alberto de Saxe-
                                                                               Coburgo-Gota 

                                                        Palácio de Buckingham



FILMES

1937  
2009




LIVRO LIDO

Rainha Vitória
Lytton Strachey
Editora: BestBolso
Ano: 2015/Páginas: 336